Fornecedor da UE
Angola
Angola, junho de 2026: 679 kt de petróleo bruto fornecidos a países da UE (1,8% das importações de petróleo bruto da UE), sobretudo para: Espanha, França e Itália.
Angola, junho de 2026: nenhum Estado-Membro da UE comunicou ter importado produtos refinados deste país.
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Petróleo bruto para países da UE
CalculadoMilhares de toneladas por mês, por país da UE que comunicou a importação.
- Espanha
- França
- Itália
- Países Baixos
- Bélgica
- Portugal
- Outros países da UE
| País da UE | Volume | Quota nas suas importações de petróleo bruto |
|---|---|---|
| Espanha | 268 kt | 6,2% |
| França | 137 kt | 4,7% |
| Itália | 133 kt | 2,7% |
| Países Baixos | 73 kt | 1,9% |
| Bélgica | 69 kt | 2,9% |
Fonte e método
- Fonte
- Eurostat (European Commission) — Imports of oil and petroleum products by partner country - monthly data
- Período
- Mensal, agosto de 2023 a junho de 2026; último mês comunicado por todos os Estados-Membros da UE: junho de 2026
- Método
- Como é obtido este valor (em inglês)
- Descarregar
- Descarregar CSV
- Código do conjunto de dados
- nrg_ti_oilmLicença: Commission Decision 2011/833/EU - reuse authorised with attribution
- Atualizado
- 26 de setembro de 2026
- Confiança
- Oficial: comunicado pela autoridade estatística.
Base: estatísticas da energia. Todos os volumes estão na base das estatísticas da energia, tal como cada Estado-Membro da UE comunica as suas importações ao Eurostat (conjunto de dados nrg_ti_oilm): o petróleo bruto pelo país onde foi produzido, os produtos refinados pelo país de onde foram expedidos pela última vez, que pode ser uma plataforma de negociação e não o país onde foram refinados. As «importações da UE» são a soma do que os Estados-Membros comunicaram ter importado de todo o lado, incluindo uns dos outros e a parte que não atribuíram a nenhum país.
O mês de julho de 2026 ainda não é usado: só 7 de 27 Estados-Membros comunicaram as suas importações de petróleo bruto para esse mês.
- Os volumes são o que os Estados-Membros da UE comunicaram ter importado (Eurostat nrg_ti_oilm, base das estatísticas da energia): o petróleo bruto pelo país onde foi produzido, os produtos refinados pelo país de onde foram expedidos pela última vez, que pode ser uma plataforma de negociação e não o país onde foram refinados. Não são as estatísticas de exportação do próprio país parceiro, e um Estado-Membro que não indicou o país parceiro não comunicou um zero.
- As «importações da UE» são a soma das importações comunicadas pelos 27 Estados-Membros, incluindo as importações de uns dos outros; não são o comércio externo da UE.
Produtos refinados para países da UE
OficialAngola, junho de 2026: nenhum Estado-Membro da UE comunicou ter importado produtos refinados deste país.
Meses anteriores: última comunicação em janeiro de 2026
| Mês | Volume para a UE | Por produto |
|---|---|---|
| janeiro de 2026 | 8,0 kt | Fuelóleo 8,0 kt |
| julho de 2025 | 22 kt | GPL 22 kt |
| junho de 2025 | 48 kt | Gasolina 32 kt, Querosene para aviação 16 kt |
| maio de 2025 | 33 kt | Gasolina 33 kt |
| abril de 2025 | 15 kt | Fuelóleo 15 kt |
| outubro de 2024 | 2,4 kt | GPL 2,4 kt |
| setembro de 2024 | 17 kt | GPL 17 kt |
| dezembro de 2023 | 16 kt | Nafta 16 kt |
| outubro de 2023 | 9,3 kt | Fuelóleo 9,3 kt |
Fonte e método
- Fonte
- Eurostat (European Commission) — Imports of oil and petroleum products by partner country - monthly data
- Período
- Mensal, agosto de 2023 a janeiro de 2026; último mês comunicado por todos os Estados-Membros da UE: junho de 2026
- Método
- Como é obtido este valor (em inglês)
- Descarregar
- Descarregar CSV
- Código do conjunto de dados
- nrg_ti_oilmLicença: Commission Decision 2011/833/EU - reuse authorised with attribution
- Atualizado
- 26 de setembro de 2026
- Confiança
- Oficial: comunicado pela autoridade estatística.
Base: estatísticas da energia. Todos os volumes estão na base das estatísticas da energia, tal como cada Estado-Membro da UE comunica as suas importações ao Eurostat (conjunto de dados nrg_ti_oilm): o petróleo bruto pelo país onde foi produzido, os produtos refinados pelo país de onde foram expedidos pela última vez, que pode ser uma plataforma de negociação e não o país onde foram refinados. As «importações da UE» são a soma do que os Estados-Membros comunicaram ter importado de todo o lado, incluindo uns dos outros e a parte que não atribuíram a nenhum país.
O mês de julho de 2026 ainda não é usado: só 7 de 27 Estados-Membros comunicaram as suas importações de produtos refinados para esse mês.
São acompanhadas sete famílias de produtos; o betume, os lubrificantes e outros produtos não estão carregados.
- Os volumes são o que os Estados-Membros da UE comunicaram ter importado (Eurostat nrg_ti_oilm, base das estatísticas da energia): o petróleo bruto pelo país onde foi produzido, os produtos refinados pelo país de onde foram expedidos pela última vez, que pode ser uma plataforma de negociação e não o país onde foram refinados. Não são as estatísticas de exportação do próprio país parceiro, e um Estado-Membro que não indicou o país parceiro não comunicou um zero.
- As «importações da UE» são a soma das importações comunicadas pelos 27 Estados-Membros, incluindo as importações de uns dos outros; não são o comércio externo da UE.
- Os produtos refinados abrangem sete famílias (GPL, nafta, gasolina, querosene para aviação, gasóleo rodoviário, gasóleo de aquecimento e outros gasóleos, fuelóleo). Outros produtos, como o betume e os lubrificantes, não estão carregados.
Angola: petróleo bruto dentro do combustível da UE
EstimadoSegundo a nossa estimativa, o petróleo bruto deste país (Angola) está mais presente no combustível (gasóleo rodoviário) destes países: Portugal (4%), França (3%) e Espanha (2%), em quota do petróleo bruto subjacente ao combustível (gasóleo rodoviário) de cada país em junho de 2026. É uma estimativa construída a partir de estatísticas de comércio e de refinação, não um valor comunicado.
Quota: a quota estimada do petróleo bruto subjacente ao combustível de cada país da UE que veio deste país (Angola). Todas as barras usam a mesma escala. Impossível de rastrear: a quota do combustível desse país cujo petróleo bruto é impossível de rastrear até qualquer origem.
Gasóleo rodoviário
| País da UE | Quota em barra | Quota | Impossível de rastrear |
|---|---|---|---|
| Portugal | 4% | 2% | |
| França | 3% | 34% | |
| Espanha | 2% | 41% | |
| Malta | 2% | 57% | |
| Itália | 1% | 15% | |
| Luxemburgo | 1% | 2% | |
| Bélgica | 1% | 7% | |
| Países Baixos | 1% | 9% |
Gasolina
| País da UE | Quota em barra | Quota | Impossível de rastrear |
|---|---|---|---|
| Portugal | 4% | 2% | |
| França | 4% | 7% | |
| Espanha | 4% | <1% | |
| Itália | 2% | 2% | |
| Eslovénia | 1% | 4% | |
| Bélgica | 1% | 9% | |
| Luxemburgo | 1% | 2% | |
| Países Baixos | 1% | 20% |
Querosene para aviação
| País da UE | Quota em barra | Quota | Impossível de rastrear |
|---|---|---|---|
| Portugal | 4% | 2% | |
| França | 2% | 61% | |
| Luxemburgo | 2% | 2% | |
| Malta | 2% | 2% | |
| Itália | 1% | 34% | |
| Bélgica | 1% | 16% | |
| Espanha | 1% | 84% | |
| Países Baixos | <1% | 37% |
Fonte e método
- Fonte
- Eurostat — Imports of oil and petroleum products by partner country, monthly data (refined products)
- Período
- junho de 2026
- Método
- Como é obtido este valor (em inglês)
- Código do conjunto de dados
- nrg_ti_oilmLicença: Commission Decision 2011/833/EU - reuse authorised provided the source is acknowledged
- Atualizado
- 26 de setembro de 2026
- Confiança
- Média.
Estimado com o método de recuar um passo na cadeia do combustível: pressupõe-se que as exportações saem na proporção do abastecimento e que as refinarias de cada país processam a composição das importações de petróleo bruto desse país. Versão do método: 1.5. Cálculo lookthrough_v1 (1.5).
Não há CSV para esta secção: é uma estimativa nossa, servida pela API com o respetivo método.
- «No combustível da UE» é uma estimativa (recuando um nível, docs/HORMUZ_METHOD.md, secção 8), não um valor comunicado.
Rota do estreito de Ormuz
OficialTodos os pontos de exportação citados do petróleo bruto e dos produtos deste país (Angola) ficam fora do golfo Pérsico: nenhuma parte precisa do estreito de Ormuz.
Pontos de exportação registados: Angola (3)
| Ponto de exportação | Massa de água | Transporta | Rota |
|---|---|---|---|
| Deepwater FPSO offtake: Girassol and Dalia (Block 17), Kizomba A (Block 15), Greater Plutonio (Block 18), Kuito (Block 14) | Oceano Atlântico | petróleo bruto | Fora do Golfo: sem trânsito por Ormuz |
| Malongo terminal, Cabinda | Oceano Atlântico | petróleo bruto | Fora do Golfo: sem trânsito por Ormuz |
| Palanca terminal (Block 2) | Oceano Atlântico | petróleo bruto | Fora do Golfo: sem trânsito por Ormuz |
Fonte e método
- Fonte
- EIA, AIE e operadores de terminais (citados por linha) — Fuel Origin: classificação das rotas de Ormuz e limites inferior e superior por país, metodologia v1.0 (data/reference/hormuz_route_classification_v1.csv, hormuz_country_summary_v1.csv)
- Método
- Como é obtido este valor (em inglês)
- Código do conjunto de dados
- hormuz_v1Licença: Por linha: cada linha indica a página pública que estabelece a geografia.
- Atualizado
- 23 de setembro de 2026
- Confiança
- Baixa. Quando um país carrega dos dois lados do estreito, a repartição não é publicada; só é indicado um intervalo.
Petróleo bruto e produtos: All cited export points lie outside the Persian Gulf: Malongo in Cabinda, Palanca in Block 2, and tanker offtake from the Girassol, Dalia, Kizomba A, Greater Plutonio and Kuito FPSOs, all on Angola's Atlantic coast. The Strait of Hormuz is the sole outlet of the Persian Gulf, so the Hormuz-requiring share is 0 by geographic construction, not by estimate. EIA says so directly: Angola's position as a major oil exporter is 'free from the geopolitical risks of the Strait of Hormuz'. EIA also states Angola has no crude export pipelines. The water body is established at country level; no EIA sentence places an individual Angolan terminal on a named sea. (em inglês) Citado: eia.gov, eia.gov. Versão do método: 1.0.
Não há CSV para esta secção: as classes de rota são dados de referência com fonte citada.
- A rota de Ormuz descreve onde o país parceiro carrega petróleo, segundo dados de referência com fonte citada. Quando carrega dentro e fora do golfo Pérsico, a repartição é desconhecida e só é indicado um intervalo.